Oportunidades extras de emprego em áreas rurais

Os pontos a seguir destacam as dez medidas de oportunidades extras de emprego nas áreas rurais.

1. Programa de Obras Rurais:

O programa enfatizou a construção de obras civis de natureza permanente (ou seja, obras realizadas para criar ativos comunitários duráveis) para contribuir para a mitigação - se não a erradicação total - do desemprego nas áreas rurais.

2. Agricultores marginais e trabalhadores agrícolas:

Esse esquema foi direcionado para resolver o problema do desemprego e do subemprego disfarçados, ajudando famílias rurais carentes com crédito subsidiado na agricultura e ocupações relacionadas, como laticínios, aves, pesca, criação de porcos, operações hortícolas, etc.

3. Agências de Desenvolvimento de Pequenos Agricultores:

Esse esquema foi introduzido principalmente para disponibilizar crédito aos pequenos agricultores, a fim de possibilitar o uso de tecnologia moderna e, assim, praticar o cultivo intensivo e diversificar suas atividades.

4. Desenvolvimento Agrícola Integrado de Terra Seca:

Sob o esquema, o foco era em obras de natureza permanente, como conservação do solo, desenvolvimento e colheita de terra seca. Tais trabalhos eram de natureza intensiva em mão-de-obra e provavelmente criavam empregos para 15.000 pessoas todos os anos, a um custo de Rps. 1 crore.

5. Centros de Agro-Serviços:

O esquema foi direcionado à criação de oficinas, organização de máquinas agrícolas, reparo e contratação de instalações, além de fornecer muitos serviços técnicos, como peças de reposição e insumos. O esquema, sem dúvida, obteve algum sucesso na criação de oportunidades de trabalho autônomo para os graduados e diplomados desempregados nas áreas de engenharia mecânica, agrícola e elétrica e áreas afins, assim como para os graduados em ciências agrícolas com experiência na agricultura ou na indústria.

6. Esquema de Desenvolvimento de Área:

O principal destaque desse esquema foi o desenvolvimento de infraestrutura adequada e o fornecimento de instalações como estradas, complexos de mercado etc. em áreas comandadas por dez grandes projetos de irrigação.

7. Programa de colisão para o emprego rural:

O foco principal desse esquema foi gerar emprego adicional por meio de uma rede de projetos rurais altamente intensivos em mão-de-obra e produtivos, de diferentes tipos. O esquema era servir a dois propósitos. Seu objetivo principal era estabelecer um projeto orientado para o emprego em cada bloco e fornecer emprego para 100 pessoas, em média, continuamente durante uma temporada de trabalho de 10 meses por ano.

O segundo objetivo era garantir que cada projeto produzisse bens duráveis ​​de acordo com os planos de desenvolvimento local. Os vários esquemas incluídos nesses projetos relacionavam-se a irrigação menor, conservação e arborização do solo, recuperação de terras, controle de inundações e combate à extração de água, piscicultura, água potável e construção de estradas.

8. Regime de Garantia de Emprego de Maharashtra:

Em 1972-73, o governo de Maharashtra introduziu esse novo esquema pela primeira vez para reconhecer o "direito ao trabalho" incluído na Constituição. O esquema era apenas um reflexo do compromisso do Estado de fornecer trabalho a uma pessoa que estava pronta para oferecer seu serviço. Os objetivos básicos do esquema eram proporcionar emprego remunerado e produtivo.

9. Programa Nacional de Emprego Rural:

Esse esquema foi lançado em outubro de 1980 como um esquema patrocinado pela Central em uma base de compartilhamento de 50 a 50 com os Estados para o cumprimento desses objetivos:

(i) Criando oportunidades adicionais de emprego

(ii) Criação de bens comunitários duráveis

(iii) Elevar os padrões nutricionais da população rural, especialmente daqueles que vivem abaixo da linha da pobreza.

10. Programa de Garantia de Emprego Sem Terra Rural (RLEGP):

Esse esquema foi lançado em agosto de 1983 para alcançar um objetivo duplo:

(i) Melhorar as oportunidades de emprego para pessoas sem terra rurais, fornecendo emprego a pelo menos um membro da família de trabalhadores sem terra até 100 dias em um ano e

(ii) Criar ativos duráveis ​​para fortalecer a infraestrutura, o que levará a um maior crescimento na economia rural.

O programa deveria ser financiado inteiramente pelo governo central.

 

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